Pixels

pixels

Título Original- Pixels
Título Nacional– Pixels
Diretor- Chris Columbus
Roteiro- Tim Herlihy/Timothy Dowling
Gênero- Comédia
Ano- 2015

– Os Pixels dominam…

É no mínimo curioso quando um filme que conta com a presença de personagens computadorizados em meio a humanos tem essas criaturas fazendo um trabalho melhor do que os viventes. Essa é a conclusão que se chega ao final de Pixels, novo filme de Adam Sandle (Brenner) baseado no aclamado curta de Patrick Jean lançado em 2010. Agora, sob a direção de Chris Columbus mais uma ótima ideia é jogada fora. Dessa vez, ao menos, ele tem com quem repartir a culpa porque aturar Adam Sandler e sua trupe vem se tornando uma tarefa intolerável nos últimos anos.

Ainda nos anos 80 os amigos Brenner e Cooper (Kevin James) viviam a excitação de divertir-se na loja de fliperamas próxima às suas casas. Lá um mar de opções estava posto para a diversão dos jovens. Enquanto Cooper não conseguia tanto destaque, Brenner arrasava e era o centro das atenções. O tempo passou e os papeis inverteram-se na idade adulta de ambos. Enquanto Brenner era um funcionário de uma loja de instalação de equipamentos eletrônicos, Cooper tinha se tornado Presidente dos EUA, contrariando a previsão feita por ele de que o amigo sim seria alguém importante no mundo.

Enquanto está realizando mais uma tarefa ele conhece a bela Violet (Michelle Monaghan) que passava por problemas no casamento. Brenner tenta uma aproximação, mas é rejeitado e os dois seguem seus caminhos até que, por coincidência, irão rever-se na Casa Branca já que Violet era uma pesquisadora de tecnologias militares. Esse reencontro irá acontecer porque a Terra passava por uma invasão incomum. As estruturas atacadas ficavam como se tivessem sido “pixeladas” e, por ninguém no departamento de defesa saber a solução, ele imagina que em meio aquela estranheza toda o amigo de infância podia ser a chave para todo aquele caos.

Quando todos entendem do que se tratava, Brenner passará de fracassado a herói e todo o roteiro mais banal possível seguirá a patir de então. Não há muita coisa que se salve em Pixels. A ideia expandida para o curta metragem foi pessimamente desenvolvida e executada, resultando num filme pobre em tudo: Roteiro, direção, elenco, edição. Algumas coisas se salvam só pelo mérito inerente como os próprios elementos digitais, algumas músicas dos anos 80 e fica por aí. A comédia não agrada, a aventura muito menos e o restante nem é digno de menção. É um trabalho que mantém a média dos últimos trabalhos de Adam Sandler e só consegue o nível de “assistível” por não ser totalmente criada a partir das escolhas dele, caso contrário não dava nem para imaginar quão ruim seria…

Intensidade da força: 4,0

Se ficou curioso, confira o curta! 😉

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