O Ataque

Título Original- White House Down
Título Nacional- O Ataque
Diretor- Roland Emmerich
Roteiro– James Vanderbilt
Gênero- Ação
Ano– 2013

– Desastre em forma de ação…

O diretor Roland Emmerich, famoso por seus filmes-catástrofe (2012, 10.000 AC, Dia Depois de Amanhã), resolveu mudar um pouco os ares e implementou a temática de seus filmes no gênero ação. Em O Ataque é possível ver as mesmas premissas que marcam a carreira deste diretor que conta com muita força no meio cinematográfico, pois seus filmes são quase certeza de bilheterias altas. Ainda bem que de vez em quando nem o público geral aguenta a ruindade de suas obras e, apesar de todo o marketing envolvido e apelo, a produção termina por fracassar.

Aqui a história começa com o presidente dos EUA, Sawyer (Jamie Foxx) firmando as bases de um acordo que poderia por fim nos conflitos que envolvem a região do Oriente Médio. Noutro ponto está o agente e segurança Cale (Channing Tatum) cumprindo seu papel de cuidar do político Raphelson (Richard Jenkins). Nas sombras, um grupo está preparando um ataque contra o presidente dentro da própria Casa Branca e o filme conta como o líder do país irá escapar dessa situação, claro, com a enorme ajuda do pouco provável salvador, Cale.

Num dia de visitas à sede presidencial os malfeitores irão se aproveitar das brechas na segurança (e que brechas!) para infiltrarem-se e prepararem o terreno para o seu plano, mas a filha de Cale, Emily (Joey King) irá ser mais um fator inesperado na ação inimiga e também servirá como estimulante para o herói fazer proezas ainda maiores. Como se pode ver, muitos aspectos se repetem como pano de fundo em mais esta obra de Roland Emmerich. Quem conhece os filmes do diretor irá identificar todos estes pontos, pois são uma “marca” deste fraco, mas bem sucedido condutor de filmes.

Em O Ataque temos mais um exemplo de um filme mal dirigido, com roteiro fraquíssimo, atuações abaixo da média, especialmente para Jamie Foxx e a sempre estranha Maggie Gyllenhaal (Finnerty), sim, ela só tem 36 anos, mas parece que tem 50, mal cuidados. Um título muito fraco em que Roland demonstra o quão ruim é, e que Independence Day (idolatrado por muitos) foi mais um “erro” do que acerto deste péssimo diretor. Uma obra descartável e com muito pouca coisa a ser aproveitada. Serve com muito esforço como opção para aqueles dias em que não há nada passando no cinema e você ainda assim quer passar um tempo vendo a telona.

Intensidade da força: 3,5

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