Wolverine: Imortal

Título Original– The Wolverine
Título Nacional- Wolverine: Imortal
Diretor– James Mangold
Roteiro- Mark Bomback/Scott Frank
Gênero- Ação/Aventura
Ano– 2013

 

– Mortal para assistir…

Ainda que o primeiro filme solo do Wolverine (personagem icônico dos quadrinhos dos X-Men, mas que ganhou destaque maior que o grupo) tenha sido muito fraco, a bilheteria incial, empurrada pela curiosidade, animou a Fox suficientemente para fazer uma continuação. Mais que isso, Hugh Jackman, protagonista marcante que interpreta o mutante, ainda conseguiu ânimo suficiente para participar da nova sequência que alcançou as terras brasileiras no último fim de semana.

Dessa vez o filme deixa claro sua introdução temporal entre o último X-Men (terceiro, não o Primeira Classe) e o seguinte (Dias de um Futuro Esquecido) e até introduz um pouco da próxima aventura dos mutantes, agendada para 2014. Porém, aqui, ainda se trata de mais um filme com o Wolverine à frente e, infelizmente, outra vez há mais falhas que acertos. A primeira delas é a constante aparição de Jean Grey (Famke Janssen) nos sonhos do protagonista, insistência que torra a paciência lá pela terceira aparição.

Aparentemente Logan está curtindo uma fossa por ter matado a própria Jean no episódio 3 de X-Men e faz um voto de não mais tirar vidas, contudo isso será interrompido com cerca de 20 minutos de filme, quando ele irá ensinar certas lições a uns caçadores insensíveis. Neste momento ele será abordado pela estranhíssima Yukio (Rila Fukushima) que carrega um convite para uma última visita. Indisposto para ir até o Japão ele cede aos argumentos da jovem e irá reencontrar-se com o Yashida (Hal Yamanouchi) a quem salvou no passado, durante a guerra, e agora é um homem poderosíssimo.

Só que como grande parte dos extremamente poderosos, Yashida se apegou demais a vida terrena e não aceita a morte. Ele falha ao tentar dissuadir Wolverine a abrir mão de seus poderes e morre, daí por diante uma série de ataques irão se abater sobre a família, especialmente a neta do antigo líder do clã, Mariko (Tao Okamoto) e obviamente o herói irá se apresentar para os constantes salvamentos. Essa rotina se repetirá até o final do longa, com uma ou outra revelação sem importância ainda que a trama tente fazer parecer o contrário.

Com um roteiro fraco e um encadeamento de ações banal, The Wolverine só tem alguma diferença perante outros filmes de ação pelo protagonista ser alguém com poderes, tirando isso, sobra muito pouco a merecer importância. É algo semelhante ao Hulk, ainda não conseguiram encontrar o balanço ideal para a aventura solo do herói. Fica um pouco acima do péssimo primeiro, porém ainda insuficiente a ponto de ser algo realmente interessante.

Intensidade da força: 5,0

4 opiniões sobre “Wolverine: Imortal”

    1. Os filmes estão colaborando Márcio. São aqueles exemplos extremos, ou muito bons, ou fracos. A coisa só destoa mais quando são produções que ficam no limbo ou aqueles filmes um tanto intelectuais que permitem enfoques muito pessoais de cada um.

      Abraços.

  1. Gostar menos que o Origins é quase impossível, pois aquilo lá é uma bomba atômica.

    Agora te digo; bom mesmo, MAS, BOM MESMO! É…

    ….

    PACIFIC RIM!!!! UHAAAA!!!!

    Só digo uma coisa: INDO VER DE NOVO AMANHÃ NO 4DX! UHUHUH!

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