Reino Escondido

Título Original– Epic
Título Nacional- Reino Escondido
Diretor– Chris Wedge
Roteiro– James V. Hart/William Joyce
Gênero- Animação/Aventura/Comédia
Ano– 2013

– Menos épico, mais perdido…

Não dá para saber até onde afirmar, no marketing de um filme, “dos criadores de Era do Gelo e Rio” pode ser bom para o referido título. Talvez gere muita expectativa, ou, quem sabe, nenhuma. A verdade é que a recente animação que chegou aos cinemas nacionais até tem um potencial interessante dentro do universo em que se insere, contudo faltou um algo mais a fim de que fosse algo realmente interessante.

A história começa com a jovem Maria indo até a casa do excêntrico pai após o falecimento de sua mãe. A falta de contato não permite que os dois sejam tão próximos e logo a filha se aborrece e resolve ir embora. É aí que uma pequena distração a levará ao encontro da rainha de um grupo de seres pequeninos que habitavam a floresta. A rainha entrega uma missão a jovem e a partir de então ela irá conhecer mais do mundo que o pai acreditava e que teria feito ele deixar a família de lado.

A sucessão da rainha estava em curso quando os homens folha são atacados por inimigos e a rainha morre tentando proteger a sucessora, que nada mais é senão um botão de uma rosa. O seu protetor fará de tudo para cumprir a missão e também tentará ensinar ao rebelde Nod a importância de ser um homem folha. Com uma proposta mais voltada para a ação do que para comédia o longa faz uso das cores intensas para dar vida e brilho ao universo da floresta onde se passa. Com uma boa animação de ambiente, mas sem tanta criatividade nas personagens.

Aqui no Brasil a dublagem de Murilo Benício, pai da protagonista, contribui negativamente para a impressão filme. Uma prática recorrente nos EUA, mas que não consegue dar certo por aqui. A dica para nossos “atores” é que façam um laboratório de como as pessoas trabalham por lá quando recebem este tipo de trabalho. São meses de dedicação em alguns casos, coisa que parece ser feita “a toque de caixa”’ como é de praxe em nosso país.

Sem muito brilho no geral, o Reino Escondido é uma opção válida apenas nos casos de completa ausência de alternativas, visto que a história rasinha, sem grandes momentos ou estímulos jamais levanta o interesse de quem assiste. Não se destaca em nenhum aspecto e por isso ficará apenas como mais uma tentativa de emplacar uma nova alternativa no gênero.

Intensidade da força: 5,0

2 opiniões sobre “Reino Escondido”

    1. Aqui também foi semelhante Márcio. Só fomos assistir por conta da escassez de filmes na semana em que o escolhemos. Aquela coisa das distribuidoras no Brasil com relação ao cronograma de lançamentos. Entopem algumas semanas e deixam outras sem absolutamente nada. É complicado viu….

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