Guerra é Guerra!

Título Original– This Means War
Título Nacional- Guerra é Guerra!
Diretor– McG
Roteiro- Timothy Dowling/Simon Kinberg
Gênero- Ação/Comédia/Romance
Ano– 2012

– Isto significa ...

… que um filme de McG, diretor do longa em destaque, mais uma vez falha miseravelmente em todas as suas propostas. Para não dizer que é um completo fracasso, dá para apurar um ou outro momento de comédia que vale a pena durante a exibição. Quando o Power Cinema resolveu dar uma chance ao já “veterano” Guerra é Guerra esperava-se uma sessão tranquila, pois o longa já está em cartaz há um bom tempo. Além disso, o final de semana prolongado espantou boa parte da população, mas para nossa desagradável surpresa a sessão estava lotada, justificando porquê ainda insistem na temática e também o longo tempo disponível nas salas.

O público realmente gosta deste tipo de filme, boa parte do público feminino parece só se interessar por este tipo de obra e a outra parte fica por conta dos casais, ou seja, 50% da escolha provavelmente deve ser por conta delas.

Aqui tem-se a história de dois agentes FDR Foster (Chris Pine) e Tuck (Tom Hardy) que terminam se interessando e se envolvendo com a mesma mulher, a complicada Lauren (Reese Witherspoon). Nenhuma novidade até então. Além disso, Til Schweiger (Heinrich) faz a ponta destinada ao “vilão” da trama mais que superficial. Os dois agentes são parceiros e amigos, Tuck faz o tipo “bom moço” que vem de uma separação na qual tem um filho, enquanto FDR é o típico garanhão, bem interpretado por Chris Pine.

O único que parece interessado em se envolver é Tuck e por isso ele se inscreve num site de relacionamentos e conhece Lauren, marcam um encontro e se entendem de imediato. Já FDR acompanha o amigo e, acidentalmente, termina conhecendo a mesma mulher, porém sem imaginar que se tratava da mesma pessoa que seu amigo havia saído. Quando descobrem começa a confusão, os dois insistem na aventura amorosa e entram numa disputa para conquistar o coração da garota. O dado um pouquinho interessante é o fato de ambos serem agentes da CIA e utilizarem o aparato com o intuito de sobrepor um ao outro. Com poucos momentos realmente interessantes resta muito pouco a se considerar válido na produção.

A atuação de Reese se resume a típica garota confusa que conta com uma amiga sem noção para “forçá-la” a realizar atitudes imbecis, já os dois disputam até o ponto de terem sua amizade abalada. O roteiro é tão previsível que chega a doer, mesmo para uma obra do gênero, a cartilha é seguida de forma tão certinha que parece até uma desculpa para ganhar um dinheiro fácil e isso eles conseguiram pelo jeito que a sessão estava lotada no dia.

As cenas de ação são fraquíssimas, mal dirigidas e pouco elaboradas. O que salva é a atuação de Chris Pine e um pouco de Tom Hardy, muito embora ele relembre muito o papel que fez em a “A Origem” com relação aos trejeitos da personagem.

Um filme fraco, mesmo para o estilo que representa e que não recomendo, nem mesmo para passar o tempo. Se você leitor curte o tipo, tudo bem, é até possível se divertir com uma ou outra cena.

Intensidade da força: 4,0

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