Fúria de Titãs 2

Título Original- Wrath of the Titans
Título Nacional– Fúria de Titãs 2
Diretor– Jonathan Liebesman
Roteiro- Dan Mazeau/David Johnson
Gênero– Ação/Fantasia
Ano– 2012

– Fúria descontrolada…

A segunda parte do controverso Fúria de Titãs chegou aos cinemas no último fim de semana e os resultados de bilheteria demonstram um certo cansaço do público com relação ao filme, ao menos nos EUA, pois Jogos Vorazes manteve a liderança pela segunda semana consecutiva, algo pouco provável se tentasse prever tal resultado. Pode ser possível que o longa ainda consiga boa bilheteria ao redor do mundo. Tal possibilidade é difícil, no entanto já que a obra é uma versão anabolizada de sua primeira edição.

Passaram-se 10 anos dos eventos originais. Agora Perseu (Sam Worthington) vive com seu insípido filho Hélio (John Bell) num pequeno vilarejo onde se dedicam apenas a pescaria. Quando Zeus (Liam Neeson) se aproxima do filho pedindo sua ajuda ele não crê e rejeita o pedido, alegando que é apenas um semideus e que nada poderia fazer se nem os próprios deuses estavam conseguindo se virar. A situação era delicada, Hades (Ralph Fiennes) estava consorciado com Ares (Édgar Ramírez) com o intuito de liberarem Cronos e assim espalharem o terror pela Terra e destronarem Zeus de seu posto de soberania.

Ainda que Hades estivesse receoso dessa aliança ele prossegue com o plano e captura Zeus, matando Poseidon (Danny Huston) no meio do caminho. A partir deste instante os soldados de Cronos ganham mais força e começam a atacar a Terra. É quando Perseu nota que a situação é realmente crítica e que seu pai viera à sua presença realmente numa necessidade importante. Ele, mais uma vez, parte na sua aventura quase “solo”, contando com os pesos mortos, Agenor (Toby Kebbell) e Andrômeda (Rosamund Pike), um serve apenas para se dar risada, enquanto a outra para embelezar a tela.

Numa atuação mais uma vez um tanto apagada ele vai lutar sem grande brilho contra os servos de Cronos e mostrará ao mundo a força de ser um humano, muito embora isso fique bastante nebuloso e forçado durante a exibição. O que faz deste Fúria de Titãs um tantinho melhor que o primeiro são os efeitos especiais mais homogêneos e, outra vez, uma grande cena final que parece ser a linha mestra desta produção. Um filme fraco, mas que confere alguns momentos de diversão pela pancadaria mítica e também pela cafonice. Nada demais, mas serve como passatempo despretensioso.

Intensidade da força: 5,0

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